Financiado por instituições privadas, o projeto mensurou o passivo ambiental em Área de Preservação Permanente (APP) de corpos hídricos, seguindo a metodologia aprovada no Código Florestal de 2012.
A FBDS utilizou o corte municipal e as imagens RapidEye na escala de 1:20.000, realizando o mapeamento do uso do solo, o levantamento da rede de drenagem e a espacialização das áreas de APP a serem recuperadas.
O projeto também apoiou a aceleração da implementação do CAR nos biomas Mata Atlântica e Cerrado.